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10/12/2021 às 00:57

 

Hoje em dia você pode andar livremente pela cidade, almoçar ou até mesmo estudar? Todas essas ações fazem parte do cotidiano de muitas pessoas, mas poucos percebem que essas e outras práticas cotidianas são direitos garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos.

 

Origem

 

Elaborado em 10 de dezembro de 1948 por diversos representantes políticos na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), o documento é um marco na história dos direitos humanos. Pela primeira vez, um padrão comum a todas as nações foi estabelecido para a proteção universal dos direitos e liberdades individuais e coletivos. A declaração define os direitos humanos básicos. Seus trinta artigos relacionam direitos básicos independentemente de nacionalidade, cor, sexo e orientação sexual, política e religiosa.
 

Principais pontos dos direitos humanos:

 

- Os direitos humanos são fundados sobre o respeito pela dignidade e o valor de cada pessoa;

 

- Os direitos humanos são universais, ou seja, devem ser aplicados de forma igual e sem discriminação a todas as pessoas;

 

- Os direitos humanos são indivisíveis e interdependentes, já que não é suficiente respeitar alguns direitos humanos e outros não. Na prática, a violação de um direito vai afetar o respeito por muitos outros;

 

- Todos os direitos humanos devem ser vistos como de igual importância, sendo igualmente essencial respeitar a dignidade e o valor de cada pessoa.

 

 

Celebração

 

Como forma de celebrar a elaboração do documento que protege a dignidade humana, é comemorado anualmente em 10 de dezembro o Dia Internacional de Direitos Humanos. Na data, são realizados diversas ações para refletir sobre o tema e reivindicar direitos em todo o mundo. Uma das mais famosas é a Campanha 21 Dias de Ativismo, também criada pela ONU, que começa no dia 25 de Novembro, em lembrança ao Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher, e termina em 10 de Dezembro.

 

“Em um país que considera que os direitos não são para todos e que há humanos que valem menos do que outros, é preciso sensibilizar e trazer informação, como forma de trazer mudanças” — Michele Bravos.

 


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